Solução alternativa ao serviço tradicional de vigilância?

Saudações colegas,
Questiono se existe alguma solução alternativa ao serviço tradicional de vigilância?
Para melhor elucidar, refiro-me a soluções semelhantes ao taxigov e ao almoxarifado virtual.

Teve um diretor que sugeriu substituirmos por contrato com aquelas empresas de monitoramento e só.

Bem mais econômico mas segurança efetiva acho que é 0 ou quase isso.

Leonidas, o que a Central de Compras (que modelou o taxigov e almoxarifado virtual) está tentando é estudar, primeiro, os riscos e objetivos de um plano de segurança corporativa. Isso está em andamento na Esplanada dos Ministérios. Foram obtidas doações de projetos, que estão em execução, buscando avaliar as condições existentes, o que e como proteger, integrando sistemas eletrônicos, mecanismos de controle de acesso e vigilância orgânica.

Vigilância é um mecanismo de controle. Para os riscos que afetam, especialmente, pessoas, patrimônio e informação. E como qualquer controle, merece ser analisado do ponto de vista do custo x benefício.

A CGU já fez auditorias em que se detectou que para proteger um conjunto de materiais que não chegava a 10 mil reais, gastava-se 500 mil por ano em postos de vigilância.

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Com certeza existem soluções alternativas.
Acho que salvo situações muito excepcionais, como bem citado pelo @FranklinBrasil (este caso é famoso), vigilância é um serviço muito oneroso e que deve ser pensado a partir da integridade física dos usuários da instituição, e não tanto da proteção de ativos, existindo, para tanto, outras alternativas economicamente mais viáveis: uma solução monitoramento + seguro custaria uma fração e seria tão ou mais eficaz do que manter um posto de vigilância noturna. Creio que é possível pensar em parcerias para estender as rondas. Vou dar um exemplo: já morei numa cidade que tínhamos como órgãos públicos federais Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Ministério Público Federal e Universidade Federal, do qual o bolo gigantesco da contratação era da Universidade, e cuja distância entre estes órgãos era de 3 km. Sim, em alguns casos a reitoria estava mais próxima do órgão mais distante que a última edificação da universidade.
Sabemos que as universidades estão num momento de problemas de cortes. Por que não adotar monitoramento + seguro para os demais órgãos, e fazer um convênio com a Universidade, que naturalmente já tem a estrutura de vigilância maior, por ganho de escala, exigindo que a contratada faça ronda periódicas, bem como tenha acordo de nível de serviço de comparecer em até 10 minutos no local a partir do disparo de um alarme?
Enfim, é só uma mínima sugestão de inúmeras possibilidades de manter os níveis de segurança institucional adequados e reduzir custos.