Comunidade Nelquiana!
Menor Preço, Maior Custo
A Lei 14.133 faz cinco anos e o “menor dispêndio” continua esperando para estrear.
Você economizou 15% no preço de etiqueta do pregão. Gastou 40% a mais ao longo da vida do equipamento.
Bom pregão?
Esse é o dilema que Tatiana Camarão e eu tentamos dissecar neste artigo. Não é mais uma descrição do problema — isso já existe. É uma tentativa de explicar por que a inércia persiste. E a resposta não está onde costumamos procurar.
Alguns achados que o texto documenta:
— Pesquisa empírica em estados, municípios e estatais: nenhuma regulamentação com metodologia operacional completa para custo de ciclo de vida.
— O próprio governo federal recuou, diante da única tentativa de avançar.
— Mais de metade dos órgãos avaliados pelo TCU em 2024 estão em nível insuficiente de maturidade. Em municípios pequenos, esse número chega a 73%.
— O gestor que escolhe o menor preço, na maioria dos casos, está fazendo exatamente o que o sistema manda. O problema não é o comprador. É o desenho.
A lei anda. A prática arrasta o pé.
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