Planejamento Estratégico como Macroprocesso na Gestão de Riscos

Boa tarde a todos,

Participo de um Núcleo de Gestão de Riscos e Controles e estamos iniciando nosso Projeto Piloto. Estamos estudando para trabalhar o Macroprocesso: Implementação do Planejamento Estratégico; Processo: Monitoramento dos Indicadores do Planejamento Estratégico e o Risco: Descontinuidade do Planejamento Estratégico (ainda em avaliação).

Pensamos neste Macroprocesso/Processo tendo em vista que o Planejamento Estratégico existe na Autarquia, tem indicadores sendo avaliados, no entanto ainda não é internalizado no Órgão como um todo. Pensamos que trabalhar o Planejamento Estratégico como Projeto Piloto poderia ser uma oportunidade para que o Núcleo, composto por servidores de todas as Diretorias, pudesse gerir os riscos inerentes bem como auxiliar na criação de um conhecimento e preocupação global com o Planejamento.

Gostaria de uma orientação para certificar se estamos no caminho certo, se é possível trabalhar este processo ou se deveríamos tratar um outro, já implementado totalmente e conhecido por toda Autarquia.

Desde já agradeço a atenção de todos.

Olá Amália, bom dia!

Acredito que a sugestão do @walterluis sobre essa mesma questão no outro tópico é que na formação da cultura de gestão de riscos no órgão, a escolha de macroprocessos mais fáceis de abordar, realizar oficinas, entrevistas, ações de identificação, tratamento e as demais ações que compõe o processo de gestão de riscos ajudaria no aumento das chances de sucessos do início dessa implementação de uma nova cultura na instituição.

O que pode ser interessante nesse primeiro momento é ao elaborar o planejamento estratégico, considerar os riscos identificados de outros macroprocessos que podem interferir no alcance dos objetivos estratégicos, no alcance das metas.

Dessa forma esses riscos seriam considerados no processo de tomada de decisão. Faremos isso aqui no DNOCS.

Obrigada @Marcelo_Thiers . Entendi, então é possível trabalhar 1 processo do Planejamento Estratégico sim, no entanto devido a complexidade seria mais interessante trabalhar com a gestão de riscos mais madura no órgão.

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É uma sugestão para ajudar na implementação de uma cultura de gestão de riscos nas instituições.