Isonomia, pero no mucho

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É raro, mas acontece muito… :rofl:

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O problema é acabar caracterizando direcionamento da contratação. Cada solicitação ou justificativa tem que ter uma razoabilidade.

Também tem a questão que nem sempre a proposta mais vantajosa é a mais barata ou gratuita, open source etc. Porém, tudo o que “depende” tem que saber o porquê depende para poder dar uma justificativa razoável e que não esteja baseada em mero capricho.

Por que é melhor o Word do que o LibreOffice que é gratuito e OpenSource?

Será que vai demandar treinamento ou só preguiça de descobrir como é? Existe mesmo uma falha no Calc que pode ser provada e demonstrada para que se justifique o Excel? Existe alguma incompatibilidade entre ambos (Microsoft Office x LibreOffice), qual?

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Pior que não é só isto. Agora como são pacotes, normalmente a administração paga um verdadeiro absurdo, por vezes no qual o Word e Excel são os chamarizes, e vem embutido uma série de produtos desnecessários.

No MPF, o sistema já permitia editar os documentos direto no navegador, e apenas em casos muito específicos era necessário recorrer ao LibreOffice. Lembro que o compras também já tinha módulo de ETP Digital, que já era uma baita mão na roda em termos de ganho de produtividade.

Iai colega!!!

Em minha experiência como licitante, o que mais compromete é a conversão de arquivos .ods, fornecidos pela administração em modelos padronizados no LibreOffice. Ao abri-los no Excel, comum entre os licitantes, surgem incompatibilidades como formatação desconfigurada, filtros inoperantes ou fórmulas que não calculam corretamente. Isso exige correções manuais, o que, em prazos exíguos, pode comprometer uma proposta inteira – especialmente se o modelo for obrigatório e contiver elementos específicos do Calc.

Por essa razão, acredito que na administração pública, o Excel deve ser consolidado como padrão pois integra-se a sistemas como SharePoint e Teams, e a maioria dos fornecedores o utiliza. O LibreOffice é excelente para tarefas básicas e representa economia, mas, em contextos de trocas frequentes, o custo dos erros supera o da licença.

Em síntese, não se trata de uma falha inerente ao Calc, mas de incompatibilidades que justificam o Excel em licitações para evitar contratempos.

Maravilha, Raniel! O problema é que nem todo mundo consegue explicar no papel essas coisas. A questão que eu batí é justamente essa: justificar! Tem gente que trava, não sabe justificar nada, aí fica difícil.

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