Aquele PCA nasceu da frustração e da exaustão, não da norma

Gostaria de compartilhar uma história a respeito da adoção do que hoje chamamos de Plano de Contratações Anual (PCA) pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na área de Tecnologia da Informação (TI), no final dos anos 1990, chegando à sua primeira versão completa no ano 2000, se não me falha a memória.

Isso mesmo, o TCU começou a fazer PCA de forma completa na área de TI há cerca de 26 anos!

Como toda história, ela é contada do ponto de vista de quem conta.

Portanto, certamente tem viés, mas acho que pode dar uma boa ideia do que aconteceu.

Talvez essa história ajude a entender como o TCU começou a fazer PCA na área de TI, porque dá tanta importância à etapa do PCA no planejamento das contratações e a conhecer algumas das várias vantagens de se planejar as contratações em conjunto no ano anterior.

De forma geral, os aspectos expostos também podem ser aplicados às contratações de outros tipos de bens e serviços, além de TI.

Enfim, espero que a história lhe seja útil.

Ela está disponível no LinkedIn: https://www.linkedin.com/pulse/aquele-pca-nasceu-da-frustra%25C3%25A7%25C3%25A3o-e-exaust%25C3%25A3o-n%25C3%25A3o-norma-carlos-alberto-cmpaf

5 curtidas

Obrigado por compartilhar com a comunidade Nelca, @carlos.mamede64

Esse relato pé no chão mostra bem como o desafio maior é mudança de cultura, não apenas de software.

No fim, é tudo sobre pessoas.

2 curtidas

Sim, diversas irregularidades e outros problemas têm raízes na parte cultural relativa às contratações.

Além da falta de uma cultura sólida de planejamento, que inclui o PCA, cito dois exemplos de crenças nocivas:

  1. a questão que você apontou na sua cartilha de 2015, de que estimativa de preço é só uma estimativa, de modo que vale mesmo é a disputa;

  2. não é necessário fazer cálculos esmerados dos quantitativos a contratar e basta informá-los, sem justificá-los.

Um grande abraço, Franklin.

2 curtidas