Siemens elimina a avaliação de desempenho no modelo híbrido

A forma de medir o desempenho das equipes mudou. Antes, era anual e usava um ranking para avaliar performance e comportamento funcional. Com o tempo, explica, o peso dessas classificações diminuiu. “As pessoas são únicas e não devem ser analisadas pela mesma régua”. Com isso, as notas foram eliminadas das avaliações. “Nosso modelo de avaliação de performance caiu, hoje não temos nenhuma métrica.” A substituição se deu por ações como as “growth talks” ou conversas
de crescimento, que podem acontecer durante todo o ano. São direcionadas para temas como aprendizagem, feedback, alinhamento de carreira e reconhecimento. “Os feedbacks agora
são ‘on-time’ [na hora]”, diz. Não há mais observações feitas sobre algo que aconteceu há seis meses.
Para garantir o impulso nas carreiras das equipes na nova fase, foi investido R$ 1,8 milhão em capacitação no ano fiscal de 2021,
sendo R$ 400 mil em plataformas de ensino como LinkedIn Learning, Harvard Business Review e Coursera. A universidade corporativa ficou totalmente on-line e o tempo total de aprendizado por funcionário atingiu 16,1 horas ao ano, superando o objetivo inicial, de dez horas.

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