HBR: Como lidar com um funcionário com depressão

A depressão é a principal causa de incapacidade no mundo inteiro. Um em cada cinco americanos é afetado por problemas de saúde mental, sendo a depressão o mais frequente. Um relatório recente elaborado pela Blue Cross Blue Shield avaliou que o diagnóstico da depressão vem aumentando muito mais rapidamente entre os millenials e adolescentes do que em relação a qualquer outra geração. Ao todo, estima-se que esse transtorno custe US$ 44 bilhões por ano em perda de produtividade somente nos Estados Unidos.

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Boa noite!
Hoje relendo o texto acima compartilhado pelo Eduardo… De fato as dicas são muito boas mesmo para os gestores terem uma outra visão de como lidar com a questão. Percebo que a grande maioria não tem noção de como poderia fazê-lo.

Há uma barreira muito grande e preconceito maior ainda com a pessoa que passa por esse tipo de problema. Alguns fazem brincadeiras (ou como prefiram nomear: piadinhas ou memes ou bullying) diariamente com isso, caso quem esteja passando não consiga, por exemplo, chegar no mesmo horário habitual que os demais colegas.

Portanto percebo que foram cruciais as dicas dadas no decorrer da matéria, como exemplo a flexibilização de horário (ainda que a carga horária seja a mesma); envolver o funcionário com os demais da equipe (evitando-se assim a exclusão e o isolamento); apoio “sim” e julgamento “não”; fracionamento do trabalho (não digo - nem na matéria diz - redução da carga de trabalho); dentre várias outras dicas e nuances sobre o tema.

Podem parecer óbvias e simples demais, mas é fato que desse jeito que os efeitos desse mal são atenuados não somente no ambiente de trabalho como também até na vida pessoal de quem passa por tudo isso.
Além disso, a matéria esclarece questões bem sutis, que muitas vezes nem nós mesmos sabemos como explicar se alguém nos perguntar (do tipo, “a gente só sabe que é assim e pronto!”, mas não sabe explicar o porquê).
Posso afirmar isso, sim, pois é meu lugar de fala - fui diagnosticada e me trato há 4 anos, após a perda do meu filho de 22 anos, que este mês faria 27 - mas posso afirmar que nem sempre foi da melhor forma (na verdade, na maior parte das vezes não foi mesmo da melhor forma!).

Enfim, agradeço demais, Eduardo, por você ter compartilhado essa matéria no grupo. Esses assuntos precisam deixar de ser tabu e de ser evitados. Gostaria de poder encaminhar a todos os meus colegas de trabalho aqui, mas nem sei se consigo fazer isso.

Abs a todos!
Um ótimo fds!

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